1987- 1992 Criação da Casa de Dandara

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Medalha Santos Dumont 1995
Medalha Concedida pela Aeronáutica, em 1994 e em 1995, em razão do trabalho realizado na Casa Dandara.
¨ Medalha do Centenário de Belo Horizonte 1997
Concedida pelo prefeito Dr. Célio de Castro, em outubro de 1997.
¨ Medalha e diploma de “Solidariedade Social”
Concedida pelo Lions Clube de Belo Horizonte, em outubro de 1997.
¨ Moção de apoio à criação da Secretaria Municipal para Assuntos da Comunidade Negra e ao resgate da consciência negra – 1998
¨ Medalha Mérito Especial 1998
Concedida pela Câmara Municipal de Belo Horizonte, em dezembro de 1998.
¨ Medalha de Grande Mérito 2000
Concedida pela Câmara Municipal de Belo Horizonte, em dezembro de 2000

2001 Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
Assessoria na Comissão de Direitos Humanos na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, como assessora do presidente da Comissão, Deputado Edson Rezende. Acolhimento de denúncias e visitas a presídios.
2001 Luanda

2001 e 2002 EUA
Participação no Programa de Pós-doutorado sobre Raça, Direitos e Recursos nas Américas, no Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade do Texas, em Austin, e no Woodrow Wilson International Center, em Washington-DC.

2003-2005
¨ Medalha Nelson Silva 2003
Concedida pela Câmara Municipal de Juiz de Fora-MG.
Reflexões sobre Mudança Sócio-Racial no Brasil – em Racismos Contemporâneos – Ashoka Empreendedores Sociais e Takano Cidadania – Rio de Janeiro, 2003
¨ Prêmio Bravas Mulheres Mineiras 2004
– concedido pelo Conselho Estadual da Mulher, em março de 2004
¨ Depoimento para o Museu da Pessoa, em 2005, SP. Para teses de mestrado e de doutorado sobre temas como o Colégio Estadual, mulheres negras que lutaram contra a ditadura militar, entre outros que registraram suas lutas. ¨ Reconhecimento por parte da imprensa mineira, sobretudo de Belo Horizonte

Oficial de Programa e ponto focal em “raça” e gênero, no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD para acompanhar e avaliar projetos. Foi editora do Relatório de Desenvolvimento Humano: Racismo, Pobreza e Violência, lançado em 2005 Brasília-DF e Salvador-BA
2007
“Histórias do movimento negro no Brasil”, de Verena Alberti e Amilcar Araujo Pereira, do Centro de Pesquisa e Documentação da Fundação Getúlio Vargas, RJ; 2007
Organizadoras: Adriane Reis de Araújo e Tânia Fontenele – São Paulo: LTR Editora Ltda, março de 2007
2010
¨ Prêmio Zumbi de Cultura (1a. edição), em 2010
Pela Companhia Baobá de Cultura – MG
2012
¨ Mulheres Negras na lupa pela reparação – no livro Trabalho de Mulher: mitos, riscos e transformações. ¨ “Os Afro-Brasileiros na Gestão Pública” (Capítulo) Organizadores: Ivanir dos Santos e Astrogildo Esteves Filho. CEAP, Rio de Janeiro, 2012
2013- 2014
¨ Women Warriors of the Afro-Latina Diaspora – editado pela Galci, de Nova York, em 2013
¨ Homenagem da Câmara Municipal de Belo Horizonte “pela sua luta e corajosa militância em defesa da liberdade, dos direitos humanos e do Estado Democrático de Direito”, vereador Gilson Reis, março de 2014
¨ Reconhecimento da sociedade civil por esta história de lutas:
¨ Medalha Toma Bença – concedida na primeira edição do PMDB-Afro, em 2014
¨ Medalha concedida pela Betina Borges, em Festa da Beleza Negra;
Trabalhou na WIEGO – como pesquisadora de campo, com catadoras de material reciclável, em Belo Horizonte na pesquisa Informal Economy Monitoring Study (IEMS) conduzido pela rede internacional WIEGO em 10 cidades do mundo.
Ela participou do treinamento metodológico do IEMS realizado em Durban, África do Sul.
Apoio a grupos culturais e comunitários, na elaboração de projetos, realizando trabalho voluntário. Um exemplo é o Grupo Iuna de Capoeira Angola, de Mestre Primo, com o JUEP – Juventude Ética e Política, com jovens negros e brancos pobres da região da Saudade. Belo Horizonte Minas Gerais

2015 -2016
¨ Diploma de Destaque Mulher Negra – concedido pelo Centro de Referência de Cultura da Mulher Negra em Minas Gerais, 2015
¨ Troféu Afro-Sabará concedido pelas Mulheres Negras de Sabará, em novembro de 2015
¨ Paraninfa da turma de universitários do Morro cerimônia que reuniu formandos e formandas de vários cursos numa formatura coletiva, no próprio Morro do Papagaio.
¨ “Bispa” na Missa de renovação do Pároco Padre Mauro, no Morro do Papagaio.
¨ Comenda Consciência Negra 2016, concedida pela Câmara Municipal de Divinópolis
Ativismo em favor do envelhecimento solidário, com saúde e alegria, e numa perspectiva de formar grupo de velhas para construir a autonomia e emancipação nesta fase da vida. Belo Horizonte; Minas Gerais 2016
2017 -2019
Foi coordenadora do Projeto Parto Humanizado, do IPR – Instituto Pauline Reichstul. Mulheres pobres e em sua maioria negras, em favelas e periferias de Belo Horizonte, participavam de rodas de conversa sobre o direito que tinham a um pré-natal e a um parto sem violência obstétrica.2017
Recebeu a medalha Gentle Birth por esse trabalho. Belo Horizonte, Minas Gerais 2018
¨ Tema de Escola de Samba Raio de Sol, que escolheu a sua história de vida, para o desfile da escola, em 2019.
2020 até a Atualidade
Medalhas & outros prêmios
¨ Diploma de honra ao mérito pela Associação Brasileira de Saúde Mental – ABRASME, em 2020;
¨ Homenagem pela ABAFRO – Associação dos Blocos Afro de Minas Gerais – no 1º Kandandu, no Carnaval de 2023
¨ Diploma diva moreira de direitos humanos, em memória dos 60 anos do golpe militar, instituído pelo Conselho Estadual de Direitos Humanos, em 20 de junho de 2024. ¨ Troféu Teresa de Benguela conferido pela Comissão Estadual de Promoção da Igualdade Racial da Ordem dos Advogados de Minas Gerais, em julho de 2024
Textos publicados em outros livros:
¨ ¨ Falas Negras – Org. Margarete Cordeiro Santana – Belo Horizonte, MG: Casa do Direito, 2022
Além disso, sua história de vida e lutas se encontra registrada em várias teses de mestrado e doutorado bem como nos seguintes livros:
¨ ¨ Mulheres, Negras e Gestoras: Porque Sim – pesquisa realizada e publicada pela Fundação João Pinheiro, em 2021 ¨ DAVID, Emiliano de Camargo. Diva Moreira: trajetória contra a repressão social e o controle na saúde mental brasileira. In: DAVID, Emiliano de Camargo et al. (org.). Racismo, subjetividade e saúde mental: o pioneirismo negro. São Paulo-Porto Alegre: Hucitec; Grupo de Pesquisa Egbé; Projeto Canela Preta, 2021c. p. 114-130.

Participa de movimento panafricanista, desde 2021, por enquanto com companheiros e companheiras de Angola e da Inglaterra.
Prêmio de Direitos Humanos concedido pela Brazil Foundation de Nova York, em 2022. Não pôde ser entregue em razão de visto para os Estados Unidos. Foi agendado para setembro de 2023.
¨ Nestes últimos anos se dedica à pesquisa histórica para a realização de livro sobre racismo estrutural, institucional e individual, para fundamentar o debate sobre reparações da injustiça histórica contra a população negra, no Brasil. No momento está em adiantada fase seu livro: Justiça Racial e Reparações: o Caminho para a Democracia no Brasil.

Premio em 2023 New York

Diploma Diva Moreira UFMG 2024
Prêmio Zumbi de Cultura homenageia nomes das artes, cultura e políticas Belo Horizonte

“Dar visibilidade a protagonistas diversos é importante porque a gente trabalha a memória coletiva da cidade”
Eventos Perenes, por periodo:

1997-2000 2007-2016 Belo Horizonte Minas Gerais Brasil
Atuação em vilas e favelas – sobretudo durante o período em que foi Secretária Municipal para Assuntos da Comunidade Negra (1997/2000), durante o governo Célio de Castro. Implantação da Escola Profissionalizante Raimunda da Silva Soares, na Pedreira Prado Lopes. Cursos profissionalizantes em parceria com o Instituto Yara Tupinambá, no Morro do Papagaio, e reuniões locais para dar início ao Projeto Adote um Morro. Apoio a reformas de equipamentos sociais na Vila Nossa Senhora de Fátima (Rádio Favela) e na Favela da Ventosa. Apoio à organização das moradoras e dos moradores para o início dos projetos na Cabana do Pai Tomás, Conjunto Felicidade, Ventosa, Taquaril, entre outras vilas e favelas da capital.

Mesmo após a extinção da SMACON, ela continuou seu trabalho em favelas, sobretudo no Morro do Papagaio.
1992 – 2016
Baltimore – Mariland
Participação no Programa Internacional em Filantropia, do Instituto de Política Social da Universidade Johns Hopkins (Baltimore) e em viagens para articulação internacional visando o fortalecimento das organizações da sociedade civil (marco legal, apoio do estado fortalecimento da sociedade, a crise econômica e as ONGs, etc). É membro da ASHOKA – Empreendores sociais, com base nos Estados Unidos, Virginia e sede no Brasil, em São Paulo. Atualmente integra a Ashoka Preta e a Rede de Especialistas em Democracia e Justiça Racial

1987 -2022
| Belo Horizonte, várias cidades do estado de Minas e do país, e de fora do país. |
Movimento negro – criação da Casa Dandara, em 1987. Foi presidente durante dois mandatos: desse ano até 1995. A Casa Dandara realizou vários projetos: com crianças e adolescentes, de construção de imagem positiva das pessoas negras através dos calendários anuais, projetos de formação política e cultural. Durante o período participou da luta pela criação do Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, aprovado em 1990. Participação em delegações para visitas aos Estados Unidos, Angola, e África do Sul, São Tomé e Príncipe. Realização de palestras e mesas-redondas nos Estados Unidos, a convite do Departamento de Estado e do Professor Ronald Walters, da Howard University; do Galci (Global Afro-Latin Caribbean Initiative, com sede em Nova York), e da ativista por direitos civis, Gisèle Mills. Visita à Alemanha, a convite do Instituto Internacional de Estudos Transculturais das Mulheres Negras para discutir racismo na Europa; em subúrbio de Paris, a convite do Mouvement pour la Défense de la Femme Noire; em Montréal, a convite do Centro de Estudos e Pesquisas sobre o Brasil da Universidade de Quebec em Montreal, e em vários outros países sobre o tema chave do racismo no Brasil e suas variantes. Assessoria voluntária ao CENARAB – Centro Nacional de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira, na luta contra a intolerância religiosa, até o presente momento.
